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terça-feira, 28 de junho de 2011

Liberar a Maconha

Boa tarde, estava aqui, com meus pensamento, decepcionada, pois acabo de ler uma reportagem sobre o pedido de legalização da MACONHA http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/05/marcha-da-maconha-reune-cerca-de-5-mil-seguidores-no-rio-diz-organizacao.html  , onde artista que eu admirei se coloca a favor dessa legalização,  "Como artista tenho o papel de levar esse debate adiante. Acho uma hipocrisia uma sociedade tabagista e alcoólatra condenar o uso da maconha. Para mim, quem é contra a legalização é a favor do tráfico de drogas", disse o músico.
Pois bem, hoje é a maconha, quando ela parar de fazer efeito nesses organismos, o que vai ser? COCAÍNA, HEROÍNA, CRACK OU AGORA A NOVA DROGA O CRISTAL? Cada vez mais corrompendo famílias, deixando-as sem membros, a não ser abandonar os usuários, pois se tornam cansados de buscar ajuda, muitas vezes até querem ajuda, mas não detém força de vontade suficiente para libertarem-se dessa desgraça que é o vício, às vezes ainda mantém esperanças, mas o vicio mata pouco a pouco os sentimentos, de amor, confiança, segurança.
O Trafico de drogas só vai aumentar Caro Tico Santa Cruz, se houver usuário, ou melhor, quem procure as Drogas, porque obrigada a usar são poucos, ou talvez nenhum.
Sendo assim temos que coibir vigorosamente, o tráfico, consumo e produção desse produto causador de tanta devastação, no psicológico, físico e moral das pessoas da sociedade.
SOU CONTRA A HIPOCRISIA, HOJE LIBERA A MACONHA E AMANHÃ QUEREM LIBERAR O RESTO, NÃO PRECISA LIBERAR PARA ACABAR COM O TRÁFICO E SIM ACABAR COM O CONSUMO...

Utilidade Pública

CRACK: UMA EPIDEMIA

por Edivar Bedin em 20/07/2010
 
O CRACK: Surgiu no início da década de 80, como uma jogada dos narcotraficantes para democratizar o uso da cocaína que por seu alto custo, impedia o acesso das classes sociais mais baixas. Por isso não é uma droga nova, é uma nova via de administração da cocaína. É um subproduto que resulta em pequenos grãos, é fumado em cachimbos. Contem menos cocaína em sua elaboração, porém, tem efeito semelhante e tão potente quanto ao de cocaína injetada. O efeito dura menos do que a cocaína inalada, é mais potente e o efeito inicia mais rápida e intensamente. O crack começou a ser usado em meados de 1990, na periferia de São Paulo e em menos de dois anos, alastrou-se pelo Brasil.
Ao ser inalado leva de 10 a 15 segundos para chegar ao cérebro e produzir efeito: euforia, indiferença à dor, à fome, ao sono, ao cansaço. O efeito dura de 3 a 10 minutos, muito pouco. Não precisa mais do que três ou quatro cachimbadas para tornar-se um dependente, viciado.
Em torno de 15 minutos após o efeito surge a Síndrome de abstinência: prostração, depressão profunda, ansiedade e agressividade e, muitas vezes com contorções no corpo inteiro, provocadas por câimbras. Além disso, o usuário apresenta quadro de extrema violência que se manifesta a princípio contra a própria família. Os usuários, em sua maioria, têm entre 15 e 30 anos de idade, vêm de bairros pobres da periferia como de ricas mansões de bairros nobres.
Normalmente o usuário, continuará o uso da droga, movido pela dependência e para evitar a Síndrome de abstinência. Com isso, o viciado consumirá grandes quantidades por dia, tornando o vício muito caro.
Já viciado, o usuário esgotará suas fontes de recursos, venderá tudo o que tem, ficando somente com a roupa do corpo. Não conseguirá manter a rotina de estudos e trabalho, passará a viver basicamente em busca da droga, não medirá esforços para consegui-la. Por pressão do traficante e do próprio vício e, sem ter como ganhar dinheiro licitamente, cometerá crimes. Suas opções incluem furtar e vender objetos de uso da família e dos amigos; prostituir-se, traficar drogas, aliciarem novos usuários, roubar etc.
Em sua fase mais aguda da dependência, mais do que uso crônico da droga, é o modo de vida do usuário de crack que o expõe à vitimização, muito mais do que as doenças sexualmente transmissíveis e outras complicações de saúde. Mais do que tudo, é o modo de vida, que o levará à morte por homicídio resultante de brigas em geral, ações policiais e punições de traficantes pelo não pagamento de dívidas.
Os usuários de maconha estão expostos e vulneráveis a uma nova forma de administração de crack. A fim de obter novos usuários, os traficantes adicionam pequenas quantidades de crack misturada ao cigarro de maconha, o mesclado, levando o usuário de maconha à dependência de crack de forma involuntária. Porém, muitos usuários de maconha o utilizam por vontade própria, preferindo o mesclado.
Embora gere menos renda por grama de cocaína produzida, o crack por viciar mais rápido, garante um mercado mais garantido para o traficante.
A cocaína injetada (intravenosa) que ocupava a posição fundo do poço cedeu lugar para o crack.
A minha opinião é de que o usuário de crack não reverterá à vida normal, penso que os danos causados no cérebro (físico) são irreparáveis. A chance de recuperação, parcial, dependerá mais do que a simples vontade. Exigirá mais do que a submissão voluntária, exigirá alto investimento, além, disso, a maioria das famílias não tem condições de custear os tratamentos e, não há vagas suficientes em clínicas terapêuticas assistenciais do sistema de saúde pública. Existe também o risco de se submeter a um falso tratamento em muitas clinicas terapêuticas, particulares, ou com subsídios de governos, sem idoneidade, fraudulentas.
abe lembrar, que o usuário só pode ser submetido a tratamento, de qualquer espécie, se o fizer de livre e espontânea vontade, bem como, poderá interromper o tratamento quando quiser. Se lhe faltou força de vontade para resistir à tentação, muito mais difícil será, ter disposição depois de se instalar o vício.
Ao Estado compete providenciar o ambiente estruturado de tratamento, protegendo o usuário. A família, em sua maioria por não ter recursos para manter a internação e tratamentos teria o familiar sendo tratado, e não preso na cadeia.
O ESTADO deve assumir o controle de fato. Esse controle não é somente distribuir recursos sem avaliar os resultados, nem com campanhas ditas educativas, quando a disseminação do crack já virou epidemia.
É para ontem, providenciar aumento de vagas em clínicas públicas, específicas para tal, e tratar os dependentes de drogas, mesmo sem a autorização deles.
Considero que a LEI antidrogas deva ser revista para CRIMINALIZAR o uso de drogas, onde a PENA seria de INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA. É preciso impor os limites e fazer prevalecer o direito à saúde protegendo o usuário, sua família e a comunidade.
É EMERGENCIA.

Campanha Tolerância Já

Boa tarde, a todos que lêem o blog, estou como muitos, chocada pelos últimos acontecimentos, também por ser mãe e ter esperança que minha filha viverá em um mundo de respeito e principalmente TOLERÂNCIA, não apenas pelo crime no Rio das crianças barbaramente assassinadas (o que venhamos já seria até mesmo suficiente), mas pelo fato que tudo hoje anda se resolvendo no braço, na bala, na faca, em armas de maneira geral. O que é isso, que mundo estamos já passou o tempo em que se sedia lugar para idosos, gestantes, obesos, deficientes físicos, pessoas especiais, em que mulheres e crianças iam aos estádios para torcer pelo seu time sem que saíssem agredidas verbalmente ou até mesmo fisicamente, que se podia sair para dançar sem um doido tentar de agarrar a força, que se podia jogar bola nos campinhos sem o medo de alguém raptar alguma criança...
            Então resolvi postar no blog o lançamento de uma Campanha então intitulada "Tolerância Já". Mas não apenas para os passageiros de transporte público, mas para todos. Devemos pensar antes de atravessar na frente de alguém no transito, antes de furar filas, pensar que não queremos que nossos filhos, esposas e esposos, pais sejam agredidos, antes de provocar discussões nada sadias, antes mesmo de levantar a voz.
"O que isso vai mudar em minha vida", vai mudar na minha vida agredir alguém por simplesmente não gostar do meu time, porque a pessoa tem sua orientação sexual diversa da minha, porque a cor da pessoa é diferente, ou até mesmo porque a pessoa tem sotaque divergente do meu.
            Somos diferentes, e só assim poderemos viver, mas se soubermos ser "Tolerantes"
            Então antes de tomar qualquer ato imprudente, o qual sua família, as pessoas em sua volta, seus amigos, poderão sofrer, pense "Tolerância Já"

                                                                                                                                                                    Michele Lauzimar Steffen



"Ser feliz ou ter razão?"

Para reflexão...

Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber:
- Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido um pouco mais...
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

Moral da história:

Esse fato foi contado por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Diante disso me pergunto:
'Quero ser feliz ou ter razão?'
E lembrei de um outro pensamento parecido, diz o seguinte:
“Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."